Trump destaca eficiência da apuração eleitoral brasileira
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou na segunda-feira (5) sua admiração pela rapidez da apuração dos votos do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil. Em sua rede social Truth Social, Trump ressaltou que 125 milhões de brasileiros votaram e os resultados foram divulgados no mesmo dia do pleito.
“125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial do Brasil. Os resultados saíram logo após o encerramento da votação, NO MESMO DIA!”, afirmou o presidente americano.
Comparação e críticas ao sistema eleitoral americano
Além do elogio, Trump fez uma comparação direta entre os processos eleitorais dos dois países, ressaltando que, nos Estados Unidos, a apuração costuma levar semanas, mesmo com número menor de votos, e classificou o sistema eleitoral americano como “CORRUPTO”.
“Em Detroit, Filadélfia, Califórnia e inúmeras outras cidades e estados dos EUA, os resultados, com números muito menores, muitas vezes levam semanas para serem manipulados, quer dizer, calculados. A votação nos Estados Unidos é CORRUPTA!!!”, escreveu.
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O presidente americano enfrenta as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos em 3 de novembro, quando serão definidos os novos membros do Congresso.
Posicionamento e contexto das eleições brasileiras
Trump não comentou o desempenho dos candidatos brasileiros na postagem. Inicialmente, ele chegou a mencionar que a eleição ocorrera na Índia, mas corrigiu o erro em seguida.
No Brasil, o segundo turno das eleições presidenciais está marcado para 25 de outubro, com Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva como candidatos.
Importância do pleito brasileiro para os EUA
Na quinta-feira (1°), antes do primeiro turno, Trump qualificou a eleição brasileira como “muito importante” e afirmou acompanhar o processo de perto, sem mencionar nomes ou detalhes da disputa.
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“O Brasil é um país muito importante, um grande país, as pessoas no Brasil são fantásticas, é uma eleição muito importante”, declarou ao deixar a Casa Branca.
Posição oficial dos EUA sobre interferência eleitoral
Em entrevista à correspondente da CNN Brasil, Priscila Yazbek, o governo dos Estados Unidos negou qualquer intenção de interferir nas eleições brasileiras. Amanda Roberson, porta-voz do Departamento de Estado, afirmou que influenciar votações em outros países não faz parte da estratégia americana.
“Nos Estados Unidos, estamos focados nas nossas prioridades. Como falou o presidente Trump, estamos focados na segurança, na prosperidade, na paz. Trabalhar dentro de outros países sobre eleições não é parte da nossa estratégia”, declarou.
Ela também destacou que a Casa Branca acompanha a disputa eleitoral brasileira, respeitando a soberania do país e defendendo um pleito livre.
