Festival Paralímpico aproxima jovens ao esporte e inclusão
O Festival Paralímpico em Novo Hamburgo levou dezenas de estudantes a experimentar esportes adaptados no Ginásio Victor Hugo Körbes (Vitão), localizado no Parque do Trabalhador, neste sábado (19). A iniciativa busca incentivar a participação de crianças e adolescentes no esporte paralímpico, promovendo a inclusão e a interação entre pessoas com e sem deficiência.
Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) com suporte da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), o evento acontece simultaneamente em mais de 110 municípios do Brasil. A programação antecede o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e o Dia do Atleta Paralímpico (22), reforçando a importância da conscientização e valorização do paradesporto.
Modalidades e participação local
Segundo o CPB, aproximadamente 35 mil crianças e jovens de todo o país se inscreveram para o festival, que foi criado em 2018. Em Novo Hamburgo, Rafael Gustavo Lucas, secretário municipal de Esporte e Lazer, destaca a relevância do evento para a cidade. “Ficamos muito felizes em receber mais uma edição. No ano passado, promovemos o festival duas vezes, ampliando o acesso ao esporte, lazer e inclusão por meio das modalidades paralímpicas”, afirma.
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As atividades oferecidas incluíram futebol para cegos, atletismo e esgrima adaptada, modalidades que permitiram aos participantes, em sua maioria alunos da rede municipal, experimentar o paradesporto. Jovens de até 23 anos também estavam convidados a participar, tornando a experiência diversa e aberta.
Vozes dos participantes
João Henrique Magalhães Cerri, estudante do 9º ano da Escola Municipal de Ensino Básico (Emeb) Adolfina Diefenthaler, mora no bairro Canudos e participou para se movimentar. “O que me motivou foi a falta de preguiça. Acho importante praticar esportes para ficar mais forte, eu faço academia também”, contou.
Beatriz Meier Breuer, de 8 anos, aluna do 3º ano da Emeb Jacob Kroeff Neto, mora no bairro União e afirmou gostar de jogar futebol adaptado. “Eu gosto de jogar futebol porque isso me deixa feliz”, disse. Miguel Stroschein, também de 8 anos e aluno do 2º ano, mora no bairro Vila Nova e compartilha o entusiasmo: “Fiquei feliz jogando e encontrando meus amigos.” O festival reforça o papel do esporte paralímpico na formação social e esportiva dos jovens da região.
