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    Saúde

    Complexo de Saúde Inteligente no RS moderniza SUS com tecnologia inovadora

    Juliana SilvaPor Juliana Silva09/09/2026Nenhum comentário3 min de leitura
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    Complexo de Saúde Inteligente no RS moderniza SUS com tecnologia inovadora
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    Inovação tecnológica no atendimento público

    O Ministério da Saúde iniciou a estruturação do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em uma cerimônia que contou com a presença do ministro Alexandre Padilha. O projeto visa modernizar e integrar a infraestrutura do Hospital Fêmina, Hospital Criança Conceição, Hospital Cristo Redentor e o Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição, com um investimento total de R$ 1,9 bilhão, em parceria com o BNDES.

    Segundo o ministro Padilha, a iniciativa traz ao Brasil avanços globais em ultra conexão de equipamentos e o uso de inteligência artificial (IA) para facilitar o acesso dos profissionais de saúde aos dados dos pacientes em tempo real. “Na saúde, tempo é vida”, ressaltou, destacando que diagnósticos e tratamentos mais rápidos significam mais vidas salvas.

    Estrutura integrada para ampliar o cuidado

    O complexo será parte da rede de hospitais e UTIs inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS), com uma Emergência Inteligente que se conectará em tempo real ao SAMU. Protocolos automatizados e IA vão otimizar a gestão de leitos, exames e fluxos hospitalares. Padilha reforçou que, diferente de alguns países onde a tecnologia avançada está restrita a hospitais privados, o Ministério da Saúde lidera essa revolução tecnológica para ampliar o acesso via SUS.

    Leia também: Uso de Inteligência Artificial na Saúde Alcança 18% dos Estabelecimentos no Brasil

    Fonte: parabelem.com.br

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    Fonte: reportersorocaba.com.br

    A reestruturação focará principalmente na saúde da mulher, no ciclo materno-infantil, na infância e adolescência, no atendimento a traumas agudos e em condições clínicas e cirúrgicas complexas. O modelo integrará assistência, ensino, pesquisa e inovação, com linhas de cuidado organizadas e tecnologias como internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.

    Linhas prioritárias e aumento da capacidade

    Dentre as linhas prioritárias estão a mãe-bebê/Rede Alyne, atendimento para crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia. A estrutura oferecerá 750 leitos, com aumento de 200 leitos em relação à capacidade atual, além de 41 salas cirúrgicas equipadas para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestésica e duas salas exclusivas para queimados.

    Essa ampliação permitirá ao GHC realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes e cirurgias robóticas, ampliando a oferta de atendimentos especializados para a população.

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    Fonte: agendapublica.com.br

    Investimento e gestão do projeto

    O aporte de R$ 1,9 bilhão está dividido entre R$ 69,7 milhões para projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos, mobiliário e tecnologias médicas. O projeto faz parte do Programa de Parcerias e Investimentos e será conduzido pelo BNDES, com apoio de um consórcio de consultorias especializadas, garantindo a implementação eficiente e alinhada às necessidades do SUS.

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    Juliana Silva

    Curiosa sobre como decisões de gabinete viram fila de posto e remédio que falta na prateleira, Juliana Silva percorre Porto Alegre ouvindo profissionais de saúde e pacientes para entender onde as políticas públicas funcionam e onde travam. Nas reportagens, simplifica números, traduz termos técnicos e entrega ao leitor um retrato claro do que muda no cuidado, na prevenção e no dia a dia de quem depende do SUS.

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